A dor de cabeça espiritual

 


Irmã em Cristo: Supondo que ao dissentir de alguma ideia, sentimento, ou decisão for como a dor de cabeça, e que você vai a um médico e ele receita um analgésico injetável duas vezes ao dia, e você estiver fora dos horários correspondentes, em pleno culto da Igreja, sentindo a dor aparecer e aumentar e gritar de dor, alguém haveria de lhe atender e talvez até dizer: “Quero, pois, que os homens se mediquem em todos os lugares, abaixando suas calças para a injeção correspondente, mas sem provocar escândalos. Da mesma forma, que as mulheres, em traje decente, se dispam com modéstia e bom senso, não escandalosamente ou chamando à atenção, porém com obediência certa à receita, como convém a mulheres que professam ser piedosas” [1 Timóteo 2.8-10].  

Você entendeu que as recomendações desse “alguém” no culto manifestando o que ele “quer” como melhor para todos são corretas, porém apenas para a prudência, e não um mandamento?

Você já pensou no mal que você gera em casa, quando seu esposo, um filho, uma filha, uma amiga, uma irmã em Cristo lhe dar uma recomendação a andar no Espírito e não na carne, quando desobedece essa voz, e quer andar segundo suas convicções, ideias, sentimentos e decisões?

Baixa a bola, irmã. Estou falando nos limites das autoridades colocadas por Deus para nós seus filhos, em que a esposa deve não “gritar de dor de cabeça” contra o marido, e os filhos contra os pais, e nem o homem contra Cristo. Não é um mandamento; é a recomendação a vigiar, não seja que estejas afrontando ao próprio Deus.

Tito Berry

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