Um Pré-Evangelho Melhor que o Evangelho Falso dos Políticos de Hoje

 


João o Batista se retirou de Jerusalém, a esfera da religião dominante, e desde o deserto vizinho começou a gritar o Pré-Evangelho de Jesus Cristo. Sua apelação não era contra o Governo nem tentando impor sua moral e cultura judaica ao mundo, senão chamar aos judeus ao arrependimento, e preparar seus corações para o milagre que estava para acontecer, e mistério que se desvelar.

Jesus nunca se ocupou de pregar contra o Governo. Sim, teve o foco nos religiosos hipócritas que casaram com a Política por interesses de poder e cuja pregação, influência e viver em nada contribuiria sequer minimamente para o bem da sociedade mundana. Eles eram os escribas e fariseus, e secundariamente, os saduceus, e os essênios como os terroristas mais camuflados.

De doze chamados para apóstolos, seis eram zelotes, um batalhão judaico-político de Extrema Direita. Jesus fez exatamente o contrário do que a praga atual dos chamados "evangélicos” no Brasil fizeram indo ao Estado. Jesus tirou eles da militância política, e os trouxe para a Igreja onde Deus os usaria internamente para derrubar inimigos espirituais. A cultura de militarizar uma elite na religião, foi judaica, e os Livros Primeiro e Segundo de Macabeus nos provam esta realidade. Hoje não é diferente. Se os judeus não militarizam às Igrejas fazendo-as servis ao Império do mundo, elas legalizam e moralizam o mundo e o Estado com seus preceitos partidaristas e divisos, moralistas e hipócritas.    

No Sermão da Montanha Jesus fala repetidamente “vocês ouviram que disseram... mas eu, lhes digo...”. A perfeição tão procurada pelos judeus, só encontrariam no Pai a quem o Filho representava, e o meio para essa perfeição era AMAR. Quando Jesus falou “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas”, nos assinalou o verdadeiro caminho implícito na Lei Mosaica, cujo propósito se cumpriria somente pela fé nesse Messias já manifesto, pela justiça social e a misericórdia. Jesus coloca a cada um no seu devido lugar: O mantimento da religião Judaica por um lado; a vida individual de fé por outro, e ainda a justiça, em favor da sociedade, sendo prioritárias as duas últimas virtudes. Tiago confirmou que assim, o Judaísmo seria a religião pura e sem mácula. Se os que ouviam a Jesus nesse Sermão, entrassem para a consumação da Fé, a prática da misericórdia, e a cultura da justiça, não mais precisariam de “escribas e fariseus hipócritas”.

Um dia Jesus dos dois povos fez um único povo chamado Igreja -do povo judaico e o pagão-. Entre ambos, o melhor sempre foi o judaico muito apesar de suas ineficácias, mas tampouco fomos chamados a perpetuar o paganismo, senão converter-nos de nossos caminhos, para O Caminho, Jesus. Não sei que fazem os tais “evangélicos” mendigando aos pés dos pagãos governantes cíveis e militares do Brasil. São a mais clara e vergonhosa negação do Evangelho de Jesus Cristo. Se tais “evangélicos” quiserem Poder, vão à Política; se quiserem privilégio, vão para a Política; se buscam riquezas materiais e opulência, vão para a Política; se já caíram na isca da Internet para se fazerem famosos pela plebe, que invistam nas redes opiniões, más suspeitas, calúnias, ódio, mas se só quiserem OUVIR A CRISTO no Sermão da Montanha, é só IGREJAR GENUINAMENTE no DNA do AMOR.

Conheço um "pastor" argentino que provou ser poderoso 25 anos nos piores pecados do mundo. Logo, pedindo que lhe ungissem pastor. Depois, se fazendo militar; ainda mais adiante, sendo abandonado de vários pastores, que se sentiam asfixiados e massacrados por ele, e agora se fez candidato político de Direita, alinhado com os mais anti-pátria que se tenha conhecimento no país, ao longo de sua história. No Brasil, várias irmãs e vários irmãos em Cristo aos que amo entranhavelmente, viraram "terrivelmente evangélicos" pelas redes, e um falso apóstolo lançou um canal no Youtube de REVELAÇÕES diárias contra o atual Governo. Como se perderam! Como estão negando a Cristo e o Seu Evangelho único e verdadeiro! Eu não troco o Evangelho por um cargo político em nenhum Governo. Eles pertencem ao Maligno, e nós estamos aqui para ser LUZ e SAL UNO, ou seja, não milhões de indivíduos, senão um único ente, o Povo de Jesus.   

Tito Berry  

 

 

 

   

A decepção gera frustração

A decepção gera frustração

-Em Política, e em Religião-

A decepção é um sentimento negativo de tristeza e mágoa que é causado por uma situação ou pessoa. Esta palavra tem origem no latim deceptio, que remete para a ideia de engano, trapaça, dolo. A dor das decepções é real. O nosso cérebro processa essas experiências como fatos que prejudicam o nosso equilíbrio e bem-estar. Por isso, a sensação de dor aparece e o nível de neurotransmissores, como a serotonina e a dopamina, diminui.

Após o estresse emocional, os sintomas mais comuns são a dor torácica e a falta de ar, podendo ter tonturas ou desmaios. Dessa forma, muitas pessoas acabam confundindo o problema com infarto, já que os sintomas são parecidos.

A decepção pode ser vista como uma informação. Talvez seja a informação de que as pessoas passem impressões erradas, ou que tiramos conclusões erradas sobre as pessoas. Talvez nos informe que as coisas mudam e nem sempre contamos com estas mudanças. Nos decepcionamos com pessoas, com situações e com objetos.

A frustração impede a liberdade emocional. Expressar a frustração com intuito de superá-la é saudável, mas somente numa posição não irritável, não hostil. A decepção é uma forma de frustração que ocorre quando as expectativas não são atendidas.12 de mai.

Se for possível conversar com a pessoa que lhe decepcionou e se você entender que vale a pena resgatar essa relação, faça isso quando sentir serenidade suficiente. É seu direito perguntar ao outro as razões de sua atitude, é saudável revelar seus sentimentos.

Muitas de nossas decepções provêm de frustrações que são de culpa da gente mesmo. Falsas expectativas nos empurram a frustrações aparentemente sem causas, ou provocadas por teimarmos em convicções equivocadas, ou negando responsabilidades.

Toda frustração tem algo de falsas expectativas, muito de convicções equivocadas e também negação de responsabilidades. Típico dos partidaristas políticos, e de geradores de suicídios massivos por fanatismos e crenças irracionais.

Quando as frustrações nos ferem, passamos a decepções radicais, como mudar de partido ou de referente político, de pastor, de congregação, e até mesmo se revoltar de toda classe de “igreja”, e o se enveredarem para as seitas ou heresias ou filosofias vãs.

Saída Libertadora: Há uma só, segundo colossenses 2. 8:

“Cuidado que ninguém vos engane por meio de vãs filosofias e vácuas sutilezas, segundo as tradições dos homens, conforme os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo”. Isto se refere ao ensino gnóstico, uma mistura das filosofias judaica, oriental e grega, o que é uma oca sutileza [1 Tm. 6:20].

Tradições: [Mt. 15:2; Gl. 1:14]

A tradição está relacionada com a cultura e nela tem a sua origem. A fonte do ensinamento gnóstico em Colossos era a tradição dos homens; não se baseava nos escritos revelados de Deus, mas nas práticas tradicionais dos homens.

Rudimentos: [Col. 2:20; gl. 4:3, 9]

A mesma expressão, ‘os rudimentos do mundo’, é usada em Gl. 4:3. Aqui se refere aos ensinos rudimentares de judeus e gentios, consistindo em observâncias ritualísticas em relação a comer carne, beber, lavar, ascetismo e outros assuntos.

Cristo: [Col. 1:27; 2:2, 6, 17; 3:4, 11]. O foco deste livro é Cristo como nosso tudo.

O texto fundamental para vermos A SABEDORIA, ou em grego SOFIA antes de Cristo ser apresentado como tal, está em Provérbios 8. 23-31: “Desde a eternidade fui estabelecida, desde o princípio, antes do começo da terra. Antes de haver abismos, eu nasci, e antes ainda de haver fontes carregadas de águas. Antes que os montes fossem firmados, antes de haver outeiros, eu nasci. Ainda ele não tinha feito a terra, nem as amplidões, nem sequer o princípio do pó do mundo. Quando ele preparava os céus, aí estava eu; quando traçava o horizonte sobre a face do abismo; quando firmava as nuvens de cima; quando estabelecia as fontes do abismo; quando fixava ao mar o seu limite, para que as águas não ultrapassassem os seus limites; quando compunha os fundamentos da terra; então, eu estava com ele e era seu arquiteto, dia após dia, eu era as suas delícias, folgando perante ele em todo o tempo; regozijando-me no seu mundo habitável e achando as minhas delícias com os filhos dos homens”. Aqui a SABEDORIA é personificada, e as únicas duas vezes que essa sabedoria-pessoa dança como um pião, pois, a palavra usada é a mesma nesta parte do Antigo Testamento e no Novo, em Lucas 10. 21, como segue: “Naquela mesma hora Ele se regozijou muito no Espírito Santo, e disse: Te louvo, Pai, Senhor do céu e de la terra, porque ocultas-te estas coisas a sábios e a inteligentes, e as revelas-te a meninos. Sim, Pai, porque assim foi de teu agrado”. Em ambas passagens “se regozijou” quer dizer dançou como um pião. Em 1 Coríntios 1. 30 Paulo afirma que o próprio Jesus é A SABEDORIA: “Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual se nos tornou, da parte de Deus, sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção”.

Voltando a Colossenses 2. 8: A frase de Paulo “não segundo Cristo”, exime de inutilidade a Filosofia que tem Cristo no centro. As outras são CONTRA CRISTO. Cristo é o princípio que rege toda sabedoria e todo conhecimento verdadeiro, a realidade de todo ensino genuíno, e a única medida de todo conceito aceitável a Deus.

Se formos humildes, trabalharemos nossas frustrações, e assim evitaremos ou nos libertaremos de decepções.

Tito Berry

 



 

 

 

 

 

Diálogo para con Judíos Actuales

 

Si creemos en Dios Impecable y perfecto, debemos admitir que el Judaísmo y el Cristianismo son Imperfectos

¿Por qué? Simplemente porque tanto una religión como la otra, son necesariamente limitadas a cosas, tiempo y lugares, pero Dios es infinito, eterno e inmanente. Si tales cosas, tales tiempos y tales lugares fueran impecables, o sea, sin ninguna mancha de pecados, serían el mismo Dios, cosa que cae de maduro que no es así.

Este será un resumen escueto y puntual respecto de un cuestionamiento amigo de un gran amigo judío que, como la mayoría de ellos, no acepta que Jesús de Nazaret es el Mesías prometido al pueblo judío.

En tiempos de promiscuidad exacerbada del periodismo con lo peor de la política, y las religiones “conservadoras”, el negacionismo subió de una cátedra de oro a la corona del saber máximo de los nuevos intelectuales de la nada. Y en ese contexto, el Judaísmo Macabeo vino fulguroso a substituir el bíblico que el Nuevo Testamento llama “espiritual y bueno” [Romanos 7. 12-25].

Antes, Jesús de Nazaret llamó de los cuatrocientos años intertestamentarios de vigencia de los Macabeos, cuando el Judaísmo espiritual se dividió en mil partes, de Sinagoga de Satanás, y el último de los escritores canónicos, el apóstol Juan en Apocalipsis vuelve a llamarlo así. Vale decir que aproximadamente 70 años después de los Macabeos, todavía ese Judaísmo no era confiable.

Ovadia Yosef (en hebreo, עובדיה יוסף‎) (Bagdad, Imperio otomano, 23 de septiembre de 1920) fue el Gran Rabino Sefardí del Estado de Israel entre los años 1973 y 1983, una de las autoridades de la ley judía (la halajá) más reconocidas de los últimos tiempos y la más importante.

Mientras que Maimonides nacido en 1135/03/30, y fallecido el 1204/12/13, es para la mayoría judía actual su principal referente, principalmente por sus trece [13] artículos de fe.

El negacionismo de mucho, más ambiguo e arbitrario en los actuales tiempos, perpetúa la negación de que el Mesías ya vino, basado en los traumas, las sospechas y conspiraciones contra el Catolicismo. No es para menos, puesto que de imperios políticos en pugna se trata: Imperio Otomano, Imperio Macabeos, Imperio Constantínico, Imperio Romano y otros aún vigentes en el imaginario social de los pueblos. El Catolicismo no creó ciertas creencias populares; sólo las descubrió, y los protestantes también lo distorsionan, inútilmente, puesto que la experiencia consistente de la fe y la ciencia desmontan muchas acusaciones políticas. 

Dios es demasiado perfecto e infinito para caber en esa disputa, y en las razones de cada emperador y de cada ejército y de cada humanidad seguidora de ellos.

Pero la realidad del cumplimiento de las incontables profecías acerca del Mesías en el Tanaj, no se puede negar ni mínimamente. La única fuerza impertérrita que impide creer en el Mesías presente, es la rebelión interior por la soberbia y la petulancia humana, resultado del ADN del ángel caído llamado Diablo.

El apóstol de Jesucristo, Juan, dijo: “El vino a su propia tierra natal, y su propio pueblo no lo recibió. Mas, a todos los que le recibieron, a aquellos que ponen su confianza en su persona y su poder, Él les dio potestad de convertirse en hijos de YAHWEH; no por herencia sanguínea, ni por impulsos físicos, ni por intención humana, sino porque YAHWEH así lo dispuso. La Palabra se hizo carne y habitó entre nosotros, y nosotros vimos su Shejinah, La Shejinah del único hijo del Padre, lleno de inmerecida misericordia y verdad” [Biblia Kadosh Israelita Mesiánica].

Todos los humanos somos iguales ante la Ley de Dios y delante del Evangelio de Jesucristo. Nos es más fácil creerle a Santo Agustín, a Lutero, a Calvino, a Armínio y a Maimonides, y no en la realidad de YAHWEH hecho carne por Jesús de Nazaret.

Los judíos del capítulo 11 del libro Hebreos del Nuevo Testamento todos fueron los fracasados en intentar guardar la Ley, pero vivieron y murieron con los ojos puestos en el Mesías futuro, así como nosotros hoy podemos vivir con los ojos puestos en el Mesías pasado. A esto se le llama FE.

En tal narrativa, vemos milagros incomunes en cada caso. Hoy también, los que vivimos por la Fe y no por la Letra todavía confiable en el Tanaj y el Nuevo Testamento, pero no en los hombres, podemos experimentar la infinita riqueza de Dios en sus procesos hasta venir a vivir en corazones humanos que le creen así, misterioso y real.

Creemos que Dios creó la alborada, los montes, los vegetales, las praderas, y luego dio vida a los animales que creó, y finalmente a los humanos, pero paramos por ahí, petrificados por nuestras religiones, como si Dios dependiera de nosotros y de nuestras creencias para seguir procesando SU VIDA en cosas y personas como bien le plazca. Cuando creemos que realmente Él se hizo carne en Jesucristo, luego sólo disfrutamos su infinitud hasta en los mínimos detalles de la vida.

Yo soy un testigo que daría la vida por lo que ya viví y viviré de esa realidad de Dios generando a Jesús en el vientre virgen de una mujer, y sin la intervención del hombre, y de la Supremacía humana del divino Jesús por sobre todos los ángeles y humanos, incluido Satanás. En incontables manifestaciones del Diablo siempre que invoco el nombre que es sobre todo nombre, el nombre de Yahshúa, el Maligno huye, y las virtudes y los atributos de Cristo por la Fe me son incontables, oportunos, perfectos y completos, y absolutamente satisfacientes. ¿Complicar lo real, vale algo?

Tito Berry   

 

 

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Tentação da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal

 

Foi Jesus levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo Diabo

Mateus 4:1-11

Sabe você qual é a maior tentação do Diabo aos que são de Deus? Do tipo sexual? Dinheiro? Poder? Aparência? Ambição? Cobiça? Falsa Humildade? Falsa Piedade? Nada disto é tão violento, insistente e pertinaz como a tentação à Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal; a presunção de ser maior por causa do conhecimento, ou dos anos vividos, ou a trajetória em certa fé, ou filosofia de vida. E como combater a afronta e a sedução pelo conhecimento mesclado, prostituído?

Não por acaso Jesus não incluiu no PAI-NOSSO <<não nos deixes cair no engano>> ou <<não nos deixes cair em acusações>> senão, “não nos deixes cair em tentação”.

Tiago nos diz que “cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz”. Mas, Jesus não tinha pecado, então, como se explica isto? Jesus não tinha pecado, mas era a Vida, o oposto ao Conhecimento do Bem e do Mal. O Diabo aí fez uma prova ao impossível, porque já antes, uma vez conseguiu fazer a Adão e Eva caírem diante da Árvore do Conhecimento e rechaçar a Árvore da Vida. Jesus não precisava tal prova, mas o Diabo sim, precisava, e a resposta foi tão grande e infinita, que não somente Jesus o venceu, como que “vieram anjos e o serviram”. O Diabo não esperava esta reação cósmica! Além de Jesus vencê-lo, e encher-se o lugar de anjos servindo-o como Senhor, o evento também nos deixava uma lição que o versículo 1 de Mateus 4 antecipa: ANDAR NO ESPÍRITO.

Quando o Diabo nos tenta, com certeza cutuca nossa cobiça [Romanos 7. 7], mas, na vida dos filhos de Deus devotos que mais se aproximam à integridade de Jesus, consagrados, que vivem na presença de Deus conscientemente, adorando-o, louvando-o e servindo-o, a intenção do Diabo é fazer-nos “cair em tentação”, e a reação do cristão será a de aumentar sua experiência de andar no Espírito.

Voltando à pior das tentações do Maligno: Que é ser tentado pela Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal? Vou resumir:

A.      Falar muito e pouco ouvir;

B.      Ler superficialmente;

Ser teórico e não praticante da Palavra;

C.      Ouvir e responder antes de tempo;

D.      Se achar saber mais ou tudo;

E.       Defender convicções pessoais;

F.       O enquistamento doutrinal;

G.      A obcecação denominacionalista;

H.     A meritocracia religiosa;

I.        A meritocracia moralista;

J.        A meritocracia legalista;

K.      A autossuficiência;

L.       O partidarismo político;

M.    O conservadorismo moralista;

N.     O tradicionalismo;

O.     O machismo;

P.      As Ideologias vãs.

Q.     O falso patriotismo;

R.      A falsa bondade e civilidade;

S.       A ostentação de títulos

T.       A prepotência de posições relevantes.

Não importa quanto sabemos e podemos, senão o quanto de vida divina há em nós. Quanto mais vida de Cristo tenhamos, mais vida de igreja viveremos, mais vida devocional, mais vida simples, mais vida genuinamente humilde, santa, honesta, transparente, fiel a Deus, leal, amigável, e cúmplice no que agrada a Deus, e vivermos permanentemente para edificar, e não dividir, uma vida generosa e empática, e também mais viveremos para Ele e dispostos ao martírio por Sua Palavra. Nada que provoque em nós tentação da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal é segundo Cristo. Todo IGREJAR baseado no saber é contra Cristo. Focar-nos no passado, despreza o presente e impossibilita o futuro.

Não devemos viver falando do que nos aconteceu de sofrimentos passados, nem menosprezando as adversidades e dificuldades atuais como sendo do Diabo, porque assim, não nos estaremos dando a oportunidade de andar no Espírito e ser assistidos pelos anjos, e o Diabo rirá de nós.

As três pauladas que Jesus deu na cabeça da Antiga Serpente, serão suficientes: 1) Sustento: [Tenho pão material e também da boca de Deus quando e quanto eu queira]; 2) Segurança: [Não existe lugar mais alto e seguro que o Pai; sequer um templo, uma religião]; “Não me provoques” [Salmos 95.8]; o denominacionalismo é provocação satânica; 3) A adoração: [Um monte muito alto, equivale a Mateus 5. 14: com referência às “igrejas” dos homens que substituem a de Cristo].     

“Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo” [Colossenses 2:8].

Tito Berry

 

 

 

   

 

Por ventura, Você ama o Nazismo?

O nazismo amou aos alemães e iniciou por um militar de baixo escalão. Qualquer parecido, mera coincidência Criado com o objetivo de for...