A decepção gera frustração
-Em Política, e em Religião-
A decepção é um sentimento negativo de tristeza e mágoa que é causado por uma situação ou pessoa. Esta palavra tem origem no latim deceptio, que remete para a ideia de engano, trapaça, dolo. A dor das decepções é real. O nosso cérebro processa essas experiências como fatos que prejudicam o nosso equilíbrio e bem-estar. Por isso, a sensação de dor aparece e o nível de neurotransmissores, como a serotonina e a dopamina, diminui.
Após o estresse emocional, os sintomas mais comuns são a dor torácica e a falta de ar, podendo ter tonturas ou desmaios. Dessa forma, muitas pessoas acabam confundindo o problema com infarto, já que os sintomas são parecidos.
A decepção pode ser vista como uma informação. Talvez seja a informação de que as pessoas passem impressões erradas, ou que tiramos conclusões erradas sobre as pessoas. Talvez nos informe que as coisas mudam e nem sempre contamos com estas mudanças. Nos decepcionamos com pessoas, com situações e com objetos.
A frustração impede a liberdade emocional. Expressar a frustração com intuito de superá-la é saudável, mas somente numa posição não irritável, não hostil. A decepção é uma forma de frustração que ocorre quando as expectativas não são atendidas.12 de mai.
Se for possível conversar com a pessoa que lhe decepcionou e se você entender que vale a pena resgatar essa relação, faça isso quando sentir serenidade suficiente. É seu direito perguntar ao outro as razões de sua atitude, é saudável revelar seus sentimentos.
Muitas de nossas decepções provêm de frustrações que são de culpa da gente mesmo. Falsas expectativas nos empurram a frustrações aparentemente sem causas, ou provocadas por teimarmos em convicções equivocadas, ou negando responsabilidades.
Toda frustração tem algo de falsas expectativas, muito de convicções equivocadas e também negação de responsabilidades. Típico dos partidaristas políticos, e de geradores de suicídios massivos por fanatismos e crenças irracionais.
Quando as frustrações nos ferem, passamos a decepções radicais, como mudar de partido ou de referente político, de pastor, de congregação, e até mesmo se revoltar de toda classe de “igreja”, e o se enveredarem para as seitas ou heresias ou filosofias vãs.
Saída Libertadora: Há uma só, segundo colossenses 2. 8:
“Cuidado que ninguém vos engane por meio de vãs filosofias e vácuas sutilezas, segundo as tradições dos homens, conforme os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo”. Isto se refere ao ensino gnóstico, uma mistura das filosofias judaica, oriental e grega, o que é uma oca sutileza [1 Tm. 6:20].
Tradições: [Mt. 15:2; Gl. 1:14]
A tradição está relacionada com a cultura e nela tem a sua origem. A fonte do ensinamento gnóstico em Colossos era a tradição dos homens; não se baseava nos escritos revelados de Deus, mas nas práticas tradicionais dos homens.
Rudimentos: [Col. 2:20; gl. 4:3, 9]
A mesma expressão, ‘os rudimentos do mundo’, é usada em Gl. 4:3. Aqui se refere aos ensinos rudimentares de judeus e gentios, consistindo em observâncias ritualísticas em relação a comer carne, beber, lavar, ascetismo e outros assuntos.
Cristo: [Col. 1:27; 2:2, 6, 17; 3:4, 11]. O foco deste livro é Cristo como nosso tudo.
O texto fundamental para vermos A SABEDORIA, ou em grego SOFIA antes de Cristo ser apresentado como tal, está em Provérbios 8. 23-31: “Desde a eternidade fui estabelecida, desde o princípio, antes do começo da terra. Antes de haver abismos, eu nasci, e antes ainda de haver fontes carregadas de águas. Antes que os montes fossem firmados, antes de haver outeiros, eu nasci. Ainda ele não tinha feito a terra, nem as amplidões, nem sequer o princípio do pó do mundo. Quando ele preparava os céus, aí estava eu; quando traçava o horizonte sobre a face do abismo; quando firmava as nuvens de cima; quando estabelecia as fontes do abismo; quando fixava ao mar o seu limite, para que as águas não ultrapassassem os seus limites; quando compunha os fundamentos da terra; então, eu estava com ele e era seu arquiteto, dia após dia, eu era as suas delícias, folgando perante ele em todo o tempo; regozijando-me no seu mundo habitável e achando as minhas delícias com os filhos dos homens”. Aqui a SABEDORIA é personificada, e as únicas duas vezes que essa sabedoria-pessoa dança como um pião, pois, a palavra usada é a mesma nesta parte do Antigo Testamento e no Novo, em Lucas 10. 21, como segue: “Naquela mesma hora Ele se regozijou muito no Espírito Santo, e disse: Te louvo, Pai, Senhor do céu e de la terra, porque ocultas-te estas coisas a sábios e a inteligentes, e as revelas-te a meninos. Sim, Pai, porque assim foi de teu agrado”. Em ambas passagens “se regozijou” quer dizer dançou como um pião. Em 1 Coríntios 1. 30 Paulo afirma que o próprio Jesus é A SABEDORIA: “Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual se nos tornou, da parte de Deus, sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção”.
Voltando a Colossenses 2. 8: A frase de Paulo “não segundo Cristo”, exime de inutilidade a Filosofia que tem Cristo no centro. As outras são CONTRA CRISTO. Cristo é o princípio que rege toda sabedoria e todo conhecimento verdadeiro, a realidade de todo ensino genuíno, e a única medida de todo conceito aceitável a Deus.
Se formos humildes, trabalharemos nossas frustrações, e assim evitaremos ou nos libertaremos de decepções.
Tito Berry

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