Lucas 13. 6-9
Aqui a figueira é símbolo da nação de Israel (Jr. 24. 2; 5; 8). Esta árvore estava cheia de folhas, porém não tinha fruto, o qual significa que naquele então a nação de Israel exibia muitas coisas exteriormente, muitas folhas, mas, não tinha nada que satisfizera a Deus. Adão e Eva preconizaram o surgimento da religião judaica. E nosso Cristianismo, é A Igreja, ou “as igrejas” mundanas?
Quando o “Cristianismo” adotou a cultura helénica, o conhecimento, para sua religião, houve um acordo dele com o Diabo para reeditar o seu discurso de Gênesis:” Ora, a serpente era mais astuta do que todas as alimárias do campo que Jeová Deus tinha feito. E disse à mulher: É verdade que Deus disse: Não comereis de nenhuma árvore do jardim? A mulher respondeu à serpente: Do fruto das árvores do pomar podemos comer; Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais. Então a serpente disse à mulher: Certamente você não morrerá! Mas Deus sabe que no dia em que você comer dele, seus olhos se abrirão e você será como Deus, conhecendo o bem e o mal. E, vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para se obter sabedoria, tomou-lhe do fruto e comeu; e deu também a seu marido, e ele comeu. Então os olhos de ambos foram abertos, e eles sabiam que estavam nus; e costuraram folhas de figueira e fizeram aventais”.
O Catolicismo gira somente em derredor do conhecimento do Bem e do Mal, das obras humanas, da “teologia” [estudo de Deus]: “será que Ele disse mesmo isso, ou assim?” Ele distorce o falar de Deus. O Protestantismo igual. A maior parte dos ditados famosos e frases célebres dos grandes ícones da “igreja” do passado, destilam o engano da Antiga Serpente. John Bunyan teria dito: “Ele estabeleceu um Salvador contra o pecado; um céu contra um inferno; luz contra a escuridão; bem contra o mal”. Na realidade Deus cumpre seu Plano Eterno, não luta contra o erro, o inferno, o mal. Quando Ele trouxe a Salvação, e o perdão, Ele estava elaborando algo que ainda não acabou, e é o Seu Reino Eterno, não um mundo bom para vivermos aqui. Lutero, Agostinho, Spurgeon, Calvino e Armínio, você, eu, podemos perverter a humanidade quando não discernimos a Árvore da Vida da do Conhecimento do Bem e do Mal.
“Quem não for belo aos vinte anos, forte aos trinta, esperto aos quarenta e rico aos cinquenta, não pode esperar ser tudo isso depois”. Semente: Desesperança.
“Não é tanto o que fazemos, mas o motivo pelo qual fazemos que determina a bondade ou a malícia. Semente: Juízo pessoal para si mesmo”.
"Os homens, para serem verdadeiramente ganhos, precisam ser ganhos pela verdade". Semente: Ambição de ganhos, lucros que determinam verdades.
“Ainda que o pecado não reine, ele continua a habitar em nós e a morte é ainda poderosa”. Semente: Ergue uma “igreja”, uma religião para diminuir a influencia do pecado e a morte.
“A religião cristã tem sua fundação na cruz de Cristo.
Jacó Armínio”. Semente: Iguala a Fé Cristã a religiões humanas.
Marcos 11. 12-33 explica e afirma o que venho dizendo aqui: Desenvolverei esta passagem noutra ocasião, mas, fixemo-nos por agora em duas sentenças centrais nela: A Fé de Deus, e “Do Céu”. A Fé de Deus profetizou contra o Judaísmo, e mesmo que os discípulos pudessem ver ele como uma montanha intransponível, a Fé de Deus pode faze-la pó. Porque por outro lado, a religião é daqui da Terra, e a Fé de Deus é do Céu.
Não se assuste. Se ficarmos sem Judaísmo e sem Cristianismo, ainda temos a Fé de Deus que ainda quando a raiz da Figueira seja Jessé [pai de Davi, origem de um reino, Isaías 10.11], essa Fé faz brotar dela um renovo, que é Jesus [Vs. 1], A VIDA.
Tito Berry

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