Síndrome de Lutero

 


A história dá conta de um Martinho Lutero atormentado por libertação de seus pecados, o que o levou a se dividir da seita católica que já tinha enganado o mundo com suas “indulgências Universalistas”, e então formou outra seita: o Protestantismo, bonitamente chamada “Movimento de Reforma”. 

Os nossos pés representam o Evangelho de Jesus Cristo firme, estável, com o qual caminhamos na terra como genuínos representantes de Cristo e do Novo Pacto. O Diabo tinha sentado neles em Lutero, e ele subestimou. O que a história conta como um elevado grau de maturidade que o levou a despreza-lo, na realidade foi uma batalha do demônio em que este ganhou, porque Lutero o teve por menos, e não lutou.

O Diabo não brinca com o crente; ele o ataca enganando, acusando e tentando. A nós nos toca discernir qual é a maldade dele em cada aparição do inimigo de Deus expulso do céu, a quem Deus prometeu um Lago de Fogo e Enxofre e para os rebeldes dentre os humanos.

Vivemos uma batalha cósmica, que vai durar até o final dos tempos, e o cristão não pode levar isto como simplesmente uma loucura de um vencido por Jesus na cruz. Também não é para sobredimensioná-lo, porque o Supremo é Cristo, e Ele é o Senhor de senhores, por tanto, infinitamente superior ao Maligno e seus demônios.

O Diabo não deixará por menos que nós recuperemos e anunciemos o verdadeiro Evangelho. Ele estava muito cômodo com o Cristianismo Sionista e o Evangelicalismo Ianque suplantando a Verdade que é Cristo, mas, Lutero tinha sido iluminado por Deus na recuperação da colossal verdade da Justificação pela Fé. Entretanto, quando nos tormentos que o Inimigo levanta contra nós ainda atribuímos a nós as vitórias da fé, ou duvidamos d’aquele que nos justifica de graça, o Inimigo encontra brecha, que aqui a chamo de “Síndrome de Lutero”. O Calvinismo se encarregou de colocar nos humanos os méritos da justificação, e o Arminianismo põe sobre o Diabo um exagerado poder. Essa é a síndrome que caracteriza o conjunto de sinais e sintomas que definem uma determinada patologia ou condição. Neste caso, uma patologia espiritual e psíquica pandêmica.

Se Deus, o autor da Bíblia, e Jesus Cristo O Senhor a quem o Pai empoderou da Plenitude e a Supremacia, não desmitifica as TEOLOGIAS BÍBLICAS, seguiremos como num pêndulo sendo a escória do mundo...

...Falando da Ceia do Senhor, com quem casou Caim, o cabelo da mulher, os gays, o divórcio, o comer e o beber viciosos, discutindo o arrebatamento, o Milênio, o Juízo Eterno, o Governo político, de quem são as ovelhas, e sobre dízimos, os templos e o seu congregar judaico, e um monte mais de galhos da árvore e não vendo as raízes do Mal, do engano de Mamom, e das maldades dos Malignos em suas dimensões de dons irrevocáveis e sua condenação eterna. E deixando de ver e reconhecer nossa completa incapacidade [e do Judaísmo] em nos justificar. Colocando culpas no Diabo quando são eles, os teólogos e os pastores denominacionalistas que retiveram a verdade e deixaram suas "igrejas" ser manipuladas pelo mundo e o Maligno.

Precisamos ver o sacrifício de Cristo CONSUMADO, para vivermos a realidade do pecado removido e do Diabo e seus demônios condenados eternamente. E isto é possível somente desmitificando as teologias humanas. A Visão do Plano Eterno de Deus nos liberta completamente!

Tito Berry

 

 

 

 

 

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Por ventura, Você ama o Nazismo?

O nazismo amou aos alemães e iniciou por um militar de baixo escalão. Qualquer parecido, mera coincidência Criado com o objetivo de for...