Reflexão Bíblica para Cristãos não Católicos sobre Filho de Estupro
A Igreja Católica tem sete Sacramentos, um dos quais é o Matrimônio. A menos que você seja católico-romano, esta reflexão não é para você. Respeito suas doutrinas, ainda quando o meu compatriota Francisco esteja tentando melhorar tais tradições.
Por séculos os “protestantes” detestaram aos Católicos, mas, pecaram o dobro, porque por um lado herdaram muito deles, e em muitos assuntos que os julgaram, eles estavam piores ou iguais. Já é hora de abandonar essa indecência. Ninguém é dono da vida, nem muito menos da alheia. Deus é o dono, e se Ele permite que um estuprador viva, quem de nós está sem pecado para contrariar a Deus?
Alguns deles chegaram tão longe da revelação divina nas Sagradas Escrituras, que chegam a detestar o filho de uma mulher em adultério ou violada, afirmando ser “filho do pecado”. A Bíblia diz exatamente o contrário. Antes de vir a Cristo, estávamos mortos em delitos e pecados, e TODAS as nossas obras eram mortas. As boas também. Isto porque todos nascemos em pecado, como diz Davi em Salmos 51. 5: “Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe”.
Quando Cristo inaugurou a Redenção, tratou radicalmente com dois elementos que nos separavam de Deus: O Diabo e o Pecado. Os religiosos, e quanto mais perto estejamos da chegada do Anticristo, mais a apostasia lançará falsas doutrinas para confundir e extraviar aos já salvos. A ousadia com a que estão pregando, como iluminados, e “sã doutrina”, “conservadorismo”, “evangelho puro”, torna necessária outra Redenção mais apurada. “Se fosse esse o caso, Cristo teria que morrer muitas vezes desde a criação do mundo. Mas o fato é que agora, no fim dos tempos, Cristo apareceu de uma vez por todas, oferecendo-se como sacrifício para tirar o pecado” [Hb. 9. 25-27 Bíblia Dios habla Hoy].
Todos somos “filhos de pecado”, mas Cristo consumou a solução perfeita e completa para todos os pecados passados, presentes e futuros. Certos “pastores” presam por rigor, severidade, para controlar às pessoas e livra-las de pecar. Por um lado, usurpam o lugar de Cristo; por outro, nem a Lei Mosaica pode perdoar pecados e livrar dele, quanto menos essa loucura psicótica dos tais nos dias atuais.
No salmos 127 Deus está dizendo em paráfrase minha: Mulher! Eu te dei tudo; te dei a vida, a saúde, a família, e por fim você me dá teu filho? O tomo por Minha Herança! Toda criatura que nace no planeta, e em todos os tempos, mesmo por estupro ou adultério, Deus a toma por herança sua astes mesmo de nascerem. Isto não endossa o pecado, senão que reconhece a capacidade, abrangencia e eficácia da Redenção.
Se para os cristãos não católicos o matrimônio não é um sacramento, por que de repente magnificamos o adultério e demonizamos um estupro quase sempre carregado de vergonha, dor e frustração, além de confusão? Jesus disse que os que não são contra Ele, com Ele e nós seus discípulos, estarão. E quem não ajunta, espalha. Se você, Pastor, não teve ainda esta revelação, e sua hermeneutica lhe ofuscou a visão celestial, pelo menos guarde-se para si as doutrinas falsas antes de estuprar mentes confusas e violentar corações doloridos, e assim, pelo lado da inatividade, estará cooperando com Jesus. “Quem não ajuda, que não atrapalhe” a Obra de Deus.
Os judeus passaram quatro mil anos sofrendo com sacrifícios, sem conseguir o perdão de seus pecados, e sem obter a paz de consciencia, e chegado o Cristo com o perdão para o pecado desde Adão, até o último do futuro, vêm agora tais crentes e complicam sem parar a vida dos que pecam porque são de natureza pecadora, e às mães que sofreram estupros, ou depois de gerar um filho em aparente harmonia a deixaram só, abandonada, como se eles fossem impecáveis, e como que fossem representantes de Deus na terra para fazer juizos [injustos].
Jesus afirmou que no céu não haverá casamento, e que os anjos não têm sexo. A Sexualidade é uma condição humana e temporal, e ainda mais, o suprimento da necessidade do homem, e sua ação tem a ver com a faculdade que Deus dá para fazermos pessoas, então, pecado seria fazer sexo sem cumprir com a satisfação da necessidade e o propósito de multiplicação humana, senão o faze-lo por meios de puro instinto animal.
E se tudo isso tem validez apenas para o tempo em que vivemos na terra, pouco “sacramental” pode ser a união sexual, a não ser para o propósito que Malaquias explica em 2. 15: gerarmos uma descendencia para Deus. Paulo diz que antes de sermos perdoados por Cristo, e salvos, estávamos mortos em delitos e pecados. Em Hebreus se nos diz que ao ser salvos operou também em nós o fundamento do arrependimento de obras mortas; tanto as más como as boas; todas eram obras mortas porque pertencíam a um morto. Conta, acaso os adultérios e as fornicações do passado? E se já salvos um irmão cai, é para apedreja-lo ou ser empático com ele e ajuda-lo a voltar a Deus? E que culpa tem um filho de pais fornicários, adúlteros ou de um estuprador? Esse evangelho que estão pregando con crueldade, não é o Evangelho de Jesus; é o juízo de santarrões legalistas e moralistas mundanos fingindo salvos.
Tito Berry

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